Espaço Tessitura

01 — a tessitura

Construída para que o diálogo tenha lugar.

A Tessitura nasceu da observação de que muitos impasses persistem não por falta de boa-fé, mas por falta de um espaço adequado para a conversa acontecer.

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02 — história e missão

De onde viemos e para onde olhamos

A Tessitura foi fundada em Porto Alegre em 2019 por um grupo de profissionais com formação em facilitação de processos dialógicos, comunicação e gestão de conflitos organizacionais. A escolha do nome não foi aleatória: tessitura é o conjunto das linhas que sustentam um tecido, o que torna possível que diferentes fios se cruzem sem se embaraçar.

Nos primeiros anos, o trabalho foi concentrado em equipes de empresas do setor de serviços no Rio Grande do Sul. Com o tempo, a demanda por facilitação em contextos escolares e em relações interpessoais de longa data foi crescendo, e a atuação se expandiu para essas áreas.

Em 2022, incluímos o formato de sessão online na oferta regular — o que nos permitiu atender partes em diferentes cidades com a mesma qualidade de condução que já praticávamos presencialmente.

Nossa missão é simples de enunciar e trabalhosa de cumprir: manter o espaço da conversa em funcionamento. Não resolvemos conflitos por ninguém. Criamos as condições para que as próprias pessoas encontrem o que precisam para continuar.

Fundada em 2019 em Porto Alegre, a Tessitura atua em empresas, escolas e relações de trabalho — presencialmente e por meio de sessões online.

Missão

Criar condições para que conversas difíceis aconteçam com estrutura, respeito e clareza — sem terceirizar o resultado.

Visão

Um modelo de facilitação que organizações e escolas possam internalizar e aplicar com autonomia após o trabalho conjunto.

Valores

Neutralidade de posição, sigilo do processo, participação voluntária e clareza sobre o que a facilitação é e o que não é.

03 — equipe

Quem conduz os processos

MC

Marina Carvalho

Facilitadora Sênior

Formação em Comunicação Não Violenta e facilitação de grupos pela PUC-RS. Conduz processos em contextos corporativos e escolares desde 2017, com ênfase em equipes em transição.

RS

Rafael Silveira

Facilitador e Consultor de Processos

Especialista em dinâmicas de grupo e processos decisórios. Atua principalmente com equipes executivas e conselhos, com foco em impasses de governança e comunicação entre lideranças.

TA

Tais Andrade

Facilitadora de Programas Educacionais

Pedagoga com pós-graduação em mediação escolar. Coordena o Programa de Diálogo Escolar da Tessitura, com experiência em comunidades escolares de diferentes portes no RS.

04 — padrões de trabalho

Como conduzimos cada processo

Sigilo e confidencialidade

O que é dito nas sessões não é compartilhado com terceiros. Os facilitadores assinam termo de confidencialidade e não prestam informações sobre o processo a nenhuma parte que não esteja nele.

Neutralidade de posição

O facilitador não tem preferência pelo resultado. Sua função é manter o espaço de diálogo em condições para que as partes possam conduzir suas próprias conclusões.

Participação voluntária

Nenhuma sessão começa sem que todas as partes tenham concordado com as condições do processo. A presença por obrigação costuma prejudicar o diálogo — e não aceitamos esse tipo de encaminhamento.

Pauta acordada previamente

Cada parte tem oportunidade de incluir os tópicos que considera importantes antes da sessão. Não há surpresas nem assuntos introduzidos de última hora sem aviso prévio.

Registro claro e acordado

O resumo ao final de cada processo registra somente o que os participantes solicitaram que fosse documentado. Nada é incluído sem revisão e aprovação de todos os envolvidos.

Encaminhamento quando necessário

Quando uma situação demanda atenção de natureza diversa da facilitação — psicológica, jurídica ou outra — comunicamos com clareza e, sempre que possível, indicamos os recursos adequados.

05 — sobre facilitação de diálogo

O campo em que a Tessitura atua

A facilitação de diálogo estruturado é uma prática que organiza o espaço e o tempo de conversas em contextos onde existe divergência, tensão ou dificuldade de comunicação entre as partes. Diferente de processos que buscam um julgamento externo, a facilitação parte do pressuposto de que as próprias pessoas envolvidas têm condições de encontrar caminhos — desde que disponham de um ambiente com regras claras e de uma condução imparcial.

No contexto organizacional, os processos costumam envolver equipes em transição, parcerias com desgaste acumulado ou decisões estratégicas que produziram dissenso interno. No contexto escolar, a facilitação alcança situações de atrito entre estudantes, famílias e profissionais de educação que não encontraram resolução pelos canais habituais da instituição. No contexto de relações de trabalho — como contratos freelance ou parcerias de longa data — o foco está em identificar o que cada parte precisa para que a relação possa ser conduzida com mais clareza dali em diante.

A Tessitura não opera com fórmulas ou roteiros fechados. Cada processo começa com a escuta de quem está envolvido, e a condução se adapta ao que emerge nas etapas de preparo. O que permanece constante é a estrutura — os princípios de confidencialidade, neutralidade e participação voluntária que sustentam qualquer trabalho que realizamos.

próximo passo

Quer saber se o nosso trabalho faz sentido para a sua situação?

Uma conversa inicial não cria compromisso. Serve para entender o contexto e verificar se a facilitação é o formato adequado.

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